A cerveja pode ser tida como uma bebida simples, muitas vezes inferior a outras opções como o vinho ou champanhe. Apesar disso, para os apreciadores da famosa "loira gelada", é quase um ritual o momento de degustá-la.
O PhD em filosofia Steven D. Hales, organizou uma série de textos próprios e de filósofos, produtores de cerveja, mestres cervejeiros, além dos bebedores. O resultado é o livro "Cerveja & Filosofia".
O título analisa a bebida de diferentes formas, do processo de produção até os rituais para bebê-la. Ele observa, por exemplo, como o ato é capaz de unir a sociedade desde o Egito Antigo.
Em dos textos de abertura, Michael Jackson, autor do livro The complete joy of homebrewing [A alegria completa da fabricação caseira de cerveja] e um dos responsáveis pelo ressurgimento de cervejas artesanais e especiais nos Estados Unidos, e não o cantor, observa que numa das versões do velho testamento Jesus transforma água em cerveja.
Nele, é observado o crescimento do consumo e a quantidade de marcas e variações que a bebida possui nos Estados Unidos. Ele analisa, também, que os pubs são mais do que um mero lugar para beber e encontrar os amigos. Eles possuem espaços para conversar ou sentar-se sozinho, pensando sobre a vida, filosofando.
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Ok, a reportagem ficou uma merda e não contou direito o significado do livro, a métrica da obra ou o quê exatamente ele está tratando. Preguiça de ler do pessoal da Livraria da Folha.
De qualquer forma, interessante buscar informações de verdade e/ou ler. Ou nos presentear com uma edição para destrincharmos com maestria e praticamente entregar mastigado um release de verdade nesse humilde blog.
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