quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Livro: Cerveja e Filosofia


A cerveja pode ser tida como uma bebida simples, muitas vezes inferior a outras opções como o vinho ou champanhe. Apesar disso, para os apreciadores da famosa "loira gelada", é quase um ritual o momento de degustá-la.
O PhD em filosofia Steven D. Hales, organizou uma série de textos próprios e de filósofos, produtores de cerveja, mestres cervejeiros, além dos bebedores. O resultado é o livro "Cerveja & Filosofia".
O título analisa a bebida de diferentes formas, do processo de produção até os rituais para bebê-la. Ele observa, por exemplo, como o ato é capaz de unir a sociedade desde o Egito Antigo.
Em dos textos de abertura, Michael Jackson, autor do livro The complete joy of homebrewing [A alegria completa da fabricação caseira de cerveja] e um dos responsáveis pelo ressurgimento de cervejas artesanais e especiais nos Estados Unidos, e não o cantor, observa que numa das versões do velho testamento Jesus transforma água em cerveja.
Nele, é observado o crescimento do consumo e a quantidade de marcas e variações que a bebida possui nos Estados Unidos. Ele analisa, também, que os pubs são mais do que um mero lugar para beber e encontrar os amigos. Eles possuem espaços para conversar ou sentar-se sozinho, pensando sobre a vida, filosofando.

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Ok, a reportagem ficou uma merda e não contou direito o significado do livro, a métrica da obra ou o quê exatamente ele está tratando. Preguiça de ler do pessoal da Livraria da Folha.
De qualquer forma, interessante buscar informações de verdade e/ou ler. Ou nos presentear com uma edição para destrincharmos com maestria e praticamente entregar mastigado um release de verdade nesse humilde blog.
A matéria completa aqui
O livro para comprar aqui

Um brinde ao início

Tive uma epifania caminhando para a praia com a minha namorada. Conversando sobre nossas rodadas em bares e experimentações de cervejas artesanais, especiais e diferentes e um aguçamento típico e irritante nas comidas servidas, atendimento, condicionamento, temperatura e outras observações meio que desnecessárias, pensei: e se escrevêssemos sobre tudo isso? Com uma linguagem condizente ao público mais parecido com a gente, que gosta de cerveja mas não vê notas de madeiras em tudo nem ficar buscando um milhão de percepções nas cervejas.

No mesmo ritmo de caminhada, rumo a um quiosque de beira de praia que serve chopp por módicos cinco reais, chegamos ao nome do blog, transformando em literalidade todas às vezes que eu piscava e tentava desembaralhar a leitura de "botequeando".

 Alguns/umas cervejeiros/as estão se tornando a versão 2.0 dos/as enochatos/as. Vamos tentar fazer um contraponto a isso, mantendo uma aura chinela, bebendo para se divertir no melhor estilo hedonista de ser.

¡Salud!